domingo, 23 de outubro de 2022

A DORMIDEIRA

A DORMIDEIRA

23 JESUS, tomando o cego pela mão, levou-o para fora da aldeia e, aplicando-lhe saliva aos olhos e impondo-lhe as mãos, perguntou-lhe: Vês alguma coisa?

24 Este, recobrando a vista, respondeu: Vejo os homens, porque como árvores os vejo, andando.

25 Então, novamente lhe pôs as mãos nos olhos, e ele, passando a ver claramente, ficou restabelecido; e tudo distinguia de modo perfeito.

Evangelho de JESUS CRISTO segundo São Marcos, cap. 8:23 a 25.


 



São Marcos.

Evangelista, repórter, escritor, jornalista e apóstolo de JESUS CRISTO.



Obra de Andrea Mantegna (1431-1506).

Pintor e gravador italiano.


Toda Árvore

Sofre as dores na germinação,

Pois está em sua condição

O estado de sensibilidade.



As sementes.



“A neve e as tempestades matam as flores, mas nada podem contra as sementes.”

Khalil Gibran (1883-1931).


Já passou a mão na Dormideira?

Ela dorme por um instante

Quando sofre o constante

Acesso do ser humano.






A Dormideira.


“Assim como uma pequena planta deve enfrentar muitos obstáculos antes de se transformar numa árvore, nós precisamos experimentar muitas dificuldades no caminho da felicidade absoluta.”

Nitiren Daishonin (Século XIII).


As Rosas murcham e morrem.


22 Porque sabemos que toda a criação, a um só tempo, geme e suporta angústias até agora.

Epístola de São Paulo aos Romanos, cap. 8:22.



São Paulo.

 Escritor, repórter, pregador, advogado, jornalista, empresário, profeta e apóstolo de JESUS CRISTO.


Obra de Peter Paul Rubens (1577-1640).

Pintor alemão.


Observe que ela

Precisa da terra

Onde finca as suas raízes

E alimenta-se.


“A vida é como uma chama, e o alimento como o óleo que lhe permite queimar.”

 

Nitiren Daishonin (Século XIII).

Monge budista no Japão.


Precisa do sol

Para não ficar desprovida

Da sua vida.


Tem que vencer todo tropeço

E dar um jeito

De vir à luz.


“Dizeis: darei só aos que precisam. Mas os vossos pomares não dizem assim; dão para continuar a viver, pois reter é perecer.”

Khalil Gibran (1883-1931).


Ela sofre calor e frio

E todo desafio

Para sobreviver.


Do infinitamente pequeno

Ao infinitamente grande

O DEUS Supremo

Faz-nos raciocinar,

Para podermos encontrar

O nosso próprio início.



A Oliveira.

Vive mais de 2500 anos.


“Árvores são poemas que a terra escreve para o céu. Nós as derrubamos e as transformamos em papel para registrar todo nosso vazio.”

 

Khalil Gibran (1883-1931).

Poeta e escritor libanês.




Fruto da Oliveira.