VOLUNTÁRIOS DA INUTILIDADE
6 Vai ter com a formiga, ó preguiçoso,
considera os seus caminhos e sê sábio.
7 Não tendo ela chefe, nem oficial, nem
comandante,
8 no estio, prepara o seu pão, na sega,
ajunta o seu mantimento.
Provérbios de Salomão, cap. 6:6 a 8.
Salomão.
Rei, escritor, juiz, poeta, compositor e
pregador de DEUS.
Só reclama muita necessidade
Quem pisa o chão
De completa ociosidade.
"Se a gente cresce com os golpes duros da vida, também podemos crescer com os toques suaves na alma."
Cora Coralina (1889-1985).
Por quê?
Porque não preenche o tempo
Que a todo momento
Suplica a sua ação
Na Universal Imensidão
Do DEUS CRIADOR.
“Do mesmo modo que o metal
enferruja com a ociosidade e a água parada perde sua pureza, assim a inércia
esgota a energia da mente.”
Leonardo da Vinci (1452-1519).
Cientista, matemático, engenheiro, inventor, anatomista, pintor,
escultor, arquiteto, botânico, poeta e músico italiano.
A ociosidade em marcha
Sempre descarta
O respeito a todo Segundo
Que completa neste Mundo
O Período das Horas.
"Ociosidade é apenas o refúgio das mentes fracas."
Philip Dormer Stanhope (1694-1773).
Político e escritor inglês.
O tempo erradio
É um espaço vazio
Que usa o vadio
Que foge do Minuto
Achando que é astuto.
“Todos estamos
matriculados na escola da vida, onde o mestre é o tempo.”
Cora Coralina
(1889-1985).
Escritora, contista e
poetisa brasileira.
Ocioso,
É o homem orgulhoso
Que não olha para baixo;
Por isso,
Não vê que falta o seu rastro
Na Estrada da Evolução.
“A ociosidade é a
estupidez do corpo e a estupidez é a ociosidade da mente.”
Johann Gottfried Seume
(1763-1810).
Escritor alemão.
Ociosidade,
É sem dúvida
A negligência do Dever
Para com a Humanidade.
“Se a ociosidade fosse
banida do mundo em breve desapareceriam as artes de cupido.”
François Rabelais
(1494-1553).
Escritor, padre e médico
francês.
E, naturalmente por si mesmo,
Pois acarreta enorme desprezo
Pela sua Existência.
“Tristes ainda seremos por
muito tempo,
embora de uma maior tristeza,
nós, os que o sol e a lua todos os dias encontram
no espelho do silêncio refletidos, neste longo exercício da alma."
Cecília Meireles (1901-1964).
Escritora, poetisa, jornalista
e professora brasileira.
Nenhum comentário:
Postar um comentário