ROSTO DE HOMEM
7 O aspecto
dos gafanhotos era semelhante a cavalos preparados para a peleja; nas suas
cabeças tinham coroas semelhantes ao ouro; e os seus rostos eram como rostos de
homens.
Apocalipse
de JESUS CRISTO segundo São João, cap. IX:7.
O economista tem
De procurar além
Da cadeira universitária
O montão de falha
Que tem na sua economia,
Que não possui a harmonia
De poder suprir
Com toda dignidade
Toda a Humanidade.
“É viva a palavra quando são as obras quem
falam.”
Santo Antônio de Pádua (1195-1231).
Pois o cavalo da fome
Com rosto de homem
Muita gente consome
No mundo inteiro.
O cavalo do desemprego
Que não é nenhum segredo
Conduz ao degredo
Uma multidão.
O cavalo da falta de estudo
Faz de tudo
Para sempre destruir
Os novos meios de ensino.
O cavalo da falta de moradia
Coloca ao relento
Muita família.
O cavalo da enfermidade
Vai de cidade em cidade
Sem ligar para a idade,
E através da morte
Dá o seu bote
E ceifa muita gente.
O cavalo da guerra
O homem atrela
E vai pelo mundo
Tornando em abismo profundo
O que sobra da economia.
“Napoleão é o espírito do mundo a cavalo.”
Friedrich Hegel (1770-1831).
Filósofo alemão.
O tempo das profecias passou.
Elas cederam lugar
Aos diversos acontecimentos;
É o cavalo do fim
Procurando enfim
Fechar o ciclo.
É uma visão terrível,
Mas JESUS CRISTO
Vence o impossível
E Volta com as nuvens
Do Novo Céu,
Para a vitória confirmar
Com o povo que ficar
Na Nova Terra,
Onde Ele multiplica
Pães e peixes
Distribuídos aos feixes
Para todos.
“A fé se compara ao peixe. Assim como o peixe é batido pelas frequentes ondas do mar, sem que morra com isso, também a fé não se quebra com as adversidades.”
Santo Antônio de Pádua (1195-1231).
Escritor e membro da Ordem dos Franciscanos.



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