quarta-feira, 7 de outubro de 2020

A ÁRVORE DO DINHEIRO

A ÁRVORE DO DINHEIRO

27 Mas, para que não os escandalizemos, vai ao mar, lança o anzol, e o primeiro peixe que fisgar, tira-o; e, abrindo-lhe a boca, acharás um estáter. Toma-o e entrega-lhes por Mim e por ti.

Evangelho de JESUS, segundo São Mateus, cap. 17:27.

JESUS paga o tributo

Obra de Peter Paul Rubens (1577-1640), pintor alemão.


Você se considera independente

Por que tem a semente

Da Árvore do Dinheiro?



“O dinheiro não traz felicidade — para quem não sabe o que fazer com ele.”

Machado de Assis (1839-1908), escritor,  poeta brasileiro e membro da ABL.

 

Você se considera poderoso

Porque sobre o Povo

Tem poder,

Mas e sobre você

Que um dia irá morrer?

 

Você se acha liberto

Porque está certo

De ser bilionário?

 

“A realidade é o luto do mundo, o sonho é a gala.”

Machado de Assis (1839-1908), escritor,  poeta brasileiro e membro da ABL.

 

Não tenha tanta certeza disso,

Pois a sua linda mansão

Foi  feita do mesmo pó do chão

Que o pobre fez o seu barracão.

 

Nem tudo o que reluz

É ouro realmente,

Apenas tem um valor diferente.

 

“Eu sinto a nostalgia da imoralidade.

Machado de Assis (1839-1908), escritor,  poeta brasileiro e membro da ABL.

 

Você se acha riquíssimo

Quando bilhões de aflitos

Passam fome, nudez,

Não têm emprego, moradia

E dignidade como Família?

 

“O erro está nos meios, bem mais do que nos princípios.”

Napoleão Bonaparte (1769-1821), imperador da França.

 

Você está enganado:

É apenas um pobre coitado

Que se alimenta de ouro.

 

“Os homens são porcos que se alimentam de ouro.”

Napoleão Bonaparte (1769-1821), imperador da França.

 

Você tem medo

De perder a fortuna passageira

Que deixa a sua Alma prisioneira

À corrente de brilhantes?

 

“Algemas de ouro são muito piores que algemas de ferro.”

 

Mahatma Gandhi (1869-1948) , advogado, filósofo e libertador da Índia.

 

Não adiante a pessoa ser

Escrava do bezerro dourado,

Pois para o Outro Lado

Não vai levá-lo.

 

Ele não atravessa a Alfândega,

Pois o Anjo que a comanda

Não aceita propina.

 

“A impunidade é o colchão dos tempos: dormem-se ali sonos regalados. Casos há em que se podem sonhar milhares de contos de réis... e acordar com eles na mão.”

Machado de Assis (1839-1908), escritor,  poeta brasileiro e membro da ABL.

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