LIBERDADE
SONANTE
Ainda que o homem viva muitos anos, regozije-se
em todos eles; contudo, deve lembrar-se de que há dias de trevas, porque serão
muitos. Tudo quanto sucede é vaidade.
Livro
do Eclesiastes, cap. 11:8.
Salomão – rei, juiz, profeta, poeta, escritor, músico e compositor.
Dinheiro,
É
qual água do mar
Porque
não pode matar
A
sede de ninguém.
É
qual água salgada
Que
não foi trabalhada
Para
ser água potável.
“O dinheiro é
uma liberdade sonante e valiosa, inestimável ao homem privado da verdadeira
liberdade.”

Fiódor Dostoiévski – escritor francês
(1821-1881).
Dinheiro
não mata a sede,
Pois
como vede
Quanto
mais a pessoa tem
Mais
quer.
“O que o
dinheiro faz por nós não compensa o que fazemos por ele.”
Gustave Flaubert – escritor francês (1821-1880).
Ele
é um bem
Quando ajuda a alguém.
Mas
pode ser um mal
Para
quem o possui
E
não doa a ninguém
Um vintém.
Deste modo é feito
Um
pacto com a usura
E a pessoa pendura
Na
teia da ganância.
E
para sair de tal prisão
Levará
um tempão,
Pois
o dinheiro depende
De
quem se prende
Aos
seus caprichos.

O dinheiro não
traz felicidade — para quem não sabe o que fazer com ele.
Machado de Assis – escritor brasileiro
(1839-1908).
Nenhum comentário:
Postar um comentário