POEMAS
CELESTES
A Árvore deixa o Vento passar por entre os
seus galhos fortemente para derrubar alguns frutos que serão degustados pelos
homens, aves e animais.

“As árvores são poemas que a terra escreve
para o céu. Nós as derrubamos e as transformamos em papel para registrar todo o
nosso vazio.”

Khalil Gibran – Escritor Libanês (1883-1931).
A terra
fica vazia,
Ou é
você quem fica
Quando
sacrifica
Uma
Árvore?
Ela
tira do solo
A
sustentação da sua vida
Que se
mantém suprida
Pelo
seu sacrifício
Suportando
o sol inclemente
Para
gerar a semente
Que
serve de alimento.
Ela
sofre com o calor
E com o
desamor
Dos
homens brutos
Que
colhem os seus frutos
E
continua de pé
Demonstrando
que a Fé
É a
produção constante
A favor
de todos.
“Tenho diante de mim, uma vida que quero
grande e bela, uma vida que antecipe a chegada do homem de amanhã e mereça seu respeito e sua afeição.”
Khalil Gibran – Escritor Libanês (1883-1931).
Ela
demonstra uma resistência
Que
ensina com insistência
O valor
da Perseverança
E
altiva avança
Esperando
o tempo da renovação.
“A consciência de uma planta no meio do
inverno não está voltada para o verão que passou, mas para a primavera que irá
chegar. A planta não pensa nos dias que já foram, mas nos que virão. Se as
plantas estão certas de que a primavera virá, por que nós – os humanos – não
acreditamos que um dia seremos capazes de atingir tudo o que queríamos?”
Khalil Gibran – Escritor Libanês (1883-1931).

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