segunda-feira, 6 de abril de 2015

A Fonte da Economia

         Quando todo mundo entender, que: “O que não é nosso, não devemos tirar do próximo”, a miséria acaba.








A Fonte da Economia



         10 Pois são meus todos os animais do bosque e as alimárias aos milhares sobre as montanhas.
         11 Conheço todas as aves dos montes, e são meus todos os animais que pululam no campo.
         12 Se Eu tivesse fome, não to diria, pois o mundo é meu e quanto nele se contém.
         Livro dos Salmos, cap. 50:10 a 12.



A humana economia
Que dia a dia
Preocupa muita gente,
É a forma displicente
Dos economistas
Que fazem duas listas:
Uma para o pobre
E a outra para o rico.


Como pode haver Economia
Se o prato da balança
Não avança
Na honestidade?



O que ocorre?
Muita gente morre
Porque não a socorre
A Economia da Prosperidade.


Um homem fica riquíssimo,
E o outro cata no lixo
O resto para se alimentar.



Não creio que a Faculdade
Promova tal desonestidade;
A pessoa formada
É quem faz a escolha almejada.



Só que se esquece de olhar para o Céu
A Fonte da Economia
Que manda para cada família
Porção igual.



Se falta o necessário
No lar ao lado
É porque algum desfibrado
Está pegando.




         “O supérfluo dos ricos é propriedade dos pobres”.

             

Santo Agostinho – Teólogo Cristão, Filósofo e Bispo de Hipona (354 d. C – 430 d. C.)

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