Quando todo mundo entender, que: “O que
não é nosso, não devemos tirar do próximo”, a miséria acaba.
A Fonte da Economia
10 Pois são meus todos
os animais do bosque e as alimárias aos milhares sobre as montanhas.
11 Conheço todas as
aves dos montes, e são meus todos os animais que pululam no campo.
12 Se Eu tivesse fome,
não to diria, pois o mundo é meu e quanto nele se contém.
Livro dos Salmos, cap. 50:10 a 12.
A humana economia
Que dia a dia
Preocupa muita gente,
É a forma displicente
Dos economistas
Que fazem duas listas:
Uma para o pobre
E a outra para o rico.
Como pode haver
Economia
Se o prato da balança
Não avança
Na honestidade?
O que ocorre?
Muita gente morre
Porque não a socorre
A Economia da Prosperidade.
Um homem fica
riquíssimo,
E o outro cata no lixo
O resto para se
alimentar.
Não creio que a
Faculdade
Promova tal
desonestidade;
A pessoa formada
É quem faz a escolha
almejada.
Só que se esquece de
olhar para o Céu
A Fonte da Economia
Que manda para cada
família
Porção igual.
Se falta o necessário
No lar ao lado
É porque algum desfibrado
Está pegando.
Está pegando.
“O supérfluo dos ricos é propriedade
dos pobres”.
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