sexta-feira, 17 de outubro de 2014

Cavalgadura

        Nada pode servir de tropeço no caminho do progresso. Tudo evolui, e aquilo que polui dever ser lançado fora.





Cavalgadura


        E vi levantar-se do mar uma besta que tinha dez chifres e sete cabeças e, sobre os chifres, dez diademas e, sobre as cabeças, nomes de blasfêmia.
Apocalipse de JESUS segundo João, cap. 13:1.


O cavalo da fome
Passa e consome
Todas as nações desenvolvidas
E subdesenvolvidas,
Porque em ambas
As diversas vidas
Começam no Espírito.


Pode um corpo ficar de pé
Se aquele que tudo é
Não permanece nele?
Claro que não!
É apenas um cadáver
Prontinho para o chão.


Surge o cavalo da guerra
Uma tremenda cavalgadura
Que ainda se segura
Nas armas químicas
E continua mantendo as cínicas
Relações pela paz.


E o cavalo preto
Como o seu trejeito
Sai de linha
E deixa de poluir
O mundo que deve se definir
Pela despoluição,
Pois a época do carvão
Já passa
Porque a massa
Deve sobreviver
E conviver
Num mundo despoluído.


E o cavalo da enfermidade
Passa pela Humanidade
E já não consegue sucesso
Porque cresce o manifesto
Que não mais se ilude
Com medidas mirabolantes
Na área da saúde.


E o mundo acorda
E já não suporta
Tanta transgressão
Nos meios necessários
À vida da população.

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