Nada pode servir de tropeço no caminho
do progresso. Tudo evolui, e aquilo que polui dever ser lançado fora.
Cavalgadura
E vi levantar-se do mar uma besta que
tinha dez chifres e sete cabeças e, sobre os chifres, dez diademas e, sobre as
cabeças, nomes de blasfêmia.
Apocalipse
de JESUS segundo João, cap. 13:1.
O cavalo
da fome
Passa
e consome
Todas
as nações desenvolvidas
E subdesenvolvidas,
Porque
em ambas
As diversas
vidas
Começam
no Espírito.
Pode
um corpo ficar de pé
Se
aquele que tudo é
Não
permanece nele?
Claro
que não!
É
apenas um cadáver
Prontinho
para o chão.
Surge
o cavalo da guerra
Uma
tremenda cavalgadura
Que
ainda se segura
Nas
armas químicas
E
continua mantendo as cínicas
Relações
pela paz.
E o
cavalo preto
Como
o seu trejeito
Sai
de linha
E
deixa de poluir
O
mundo que deve se definir
Pela
despoluição,
Pois
a época do carvão
Já
passa
Porque
a massa
Deve
sobreviver
E
conviver
Num
mundo despoluído.
E o
cavalo da enfermidade
Passa
pela Humanidade
E
já não consegue sucesso
Porque
cresce o manifesto
Que
não mais se ilude
Com
medidas mirabolantes
Na
área da saúde.
E o
mundo acorda
E
já não suporta
Tanta
transgressão
Nos
meios necessários
À
vida da população.
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